Conteúdo para a baixa temporada: o que publicar quando ninguém viaja
Linhas editoriais que mantêm a marca viva e preparam a demanda do próximo pico de procura.

Na baixa temporada, a tentação é parar de publicar: “ninguém está viajando agora”. Só que é justamente nesse período que muita gente planeja a próxima viagem. O conteúdo publicado na baixa é o que coloca o seu negócio na lista quando chega a hora de reservar a alta.
A baixa temporada é quando a alta é vendida
Férias, feriados prolongados e fim de ano são decididos com antecedência. Quem mantém presença constante é lembrado; quem aparece só na véspera disputa atenção com todo mundo ao mesmo tempo — e geralmente por preço.
Seis linhas editoriais para a baixa temporada
- Bastidores e preparação — reforma de quartos, novos roteiros, treinamento da equipe, testes de passeios. Mostra cuidado e cria expectativa.
- O destino fora de época — as vantagens reais da baixa: menos filas, preços melhores, natureza diferente, eventos locais.
- Conteúdo útil — guias do destino, o que levar, melhor época para cada experiência, como chegar. É o conteúdo que as pessoas salvam e compartilham.
- Histórias e prova social — relatos e fotos de clientes (com autorização), respostas a avaliações, perguntas frequentes.
- Planejamento antecipado — lembretes de datas, condições para quem reserva antes, lista de espera para feriados.
- Comunidade local — parceiros, gastronomia, cultura e pessoas do destino. Humaniza a marca e fortalece relações.
Um calendário de exemplo (4 semanas)
| Semana | Feed / Reels | Stories | Objetivo |
|---|---|---|---|
| 1 | Guia: melhor época para cada passeio | Enquete: quando você pretende viajar? | Salvamentos e pesquisa |
| 2 | Bastidores da preparação para a temporada | Caixa de perguntas sobre o destino | Conexão |
| 3 | Depoimento/histórias de clientes | Respostas às perguntas da semana 2 | Confiança |
| 4 | Anúncio de datas e condições antecipadas | Contagem regressiva + link do WhatsApp | Pedidos de orçamento |
Formatos que rendem mais com menos
- Vídeos verticais curtos com um roteiro simples: gancho, experiência, próximo passo;
- Carrosséis de guia (“5 coisas para fazer em…”), que costumam ser salvos;
- Stories com interação (enquetes, perguntas) para entender o que o público quer;
- Reaproveitamento: um guia vira post, artigo no blog, e-mail e resposta pronta no WhatsApp.
Ligue o conteúdo às vendas
Todo conteúdo precisa de um próximo passo claro — salvar, responder, entrar na lista, chamar no WhatsApp. E toda conversa que surgir precisa ser registrada, para ser retomada quando as datas abrirem. Uma lista de interessados montada na baixa é um dos ativos mais valiosos para a alta.
O que acompanhar
- Salvamentos e compartilhamentos (indicam conteúdo útil);
- Respostas e mensagens diretas;
- Crescimento da lista de interessados e dos contatos no WhatsApp;
- Pedidos de orçamento com origem nas redes.
Perguntas frequentes
Muitas vezes sim, com objetivos diferentes: formar público e lista de interessados, e vender ofertas de antecipação. O custo de mídia também costuma ser diferente do da alta.
A consistência importa mais do que o volume. Defina uma frequência sustentável e mantenha o ano inteiro.
Somente com autorização, de preferência registrada por escrito, e dando o crédito quando a pessoa quiser.
Quer aplicar isso no seu negócio?
No diagnóstico gratuito, analisamos a sua presença digital e mostramos o que priorizar primeiro.


